 |
Há 2000 anos nascia no Oriente um menino que iria revolucionar a humanidade. Jesus, filho Maria e de Deus. O próprio Deus. Através de um anjo anunciou a Maria que conceberia a um menino e que esse seria seu filho e esse mesmo anjo anunciou a José, o Carpinteiro, de que Maria estava grávida e que o menino era o filho de Deus.
Maria e José, então, casaram-se e nasceu Jesus, logo se podia notar o qual o menino era especial, ele já falava aos religiosos de um Deus justo e amoroso, Jesus, então, já se compreendia o filho de Deus.
Já adulto ele então iniciou a sua revolução. Não falava no olho por olho das antigas escrituras, falava de amor e de perdão, anunciava as várias moradas na casa de Deus e de que aqueles que tinham ouvidos para ouvir compreenderiam nas suas palavras.
Ficava, então, explícito que a morte não era o fim da vida e que o homem era uma busca pela perfeição, disse, então, Jesus: "eu venci o mundo" , "aquele que vier pós mim, toma a tua cruz e siga-me¨, ficava claro que esse perfeição se daria através de inúmeras vidas, corrigindo, assim, erros e tendências. Era necessário ao homem se renovar e nascer de novo.
Jesus falava de um novo mundo, de uma nova visão de vida e deixava muito clara a existência de uma sucessão de vidas, quando respondeu a um de seus apóstolos que não podeia ser ele o Elias, pois este já teria vindo e não souberam tratá-lo e ele falava do primo João Batista que fora decapitado. Imaginemos que não havendo a reencarnação, o que diria Jesus a estes? Mas ele não negou, dando testemunho que o próprio Elias havia reencarnado, usando dessa vez a identidade de João Batista.
Fica bastante latente de que em todo o ensinamento de Jesus ele se referia a vida além-túmulo, " que os mortos entereem o seus mortos" , pois ele falava da vida e já não existia a figura da morte, era um alento que o filho de Deus, aquele que chegou a perfeição, dava à humanidade. Quando prometeu um consolador, prometia aí, a revelação de toda a verdade que, aquela humanidade da época não poderia entender. A Doutrina Espírita veio, então, como um consolador a amenizar o sofrimento das pessoas.
Jesus é posto, então, em sacrifício e aqueles que o temiam por suas verdades, assim como, qualquer verdade trás mudanças, o crucificaram para exemplificar o que poderia ocorrer com aqueles que tentassem subverter os poderes e dógmas estabelecidos.
O que não sabiam os Doutores da lei e o Sumo Sacerdote, bem como, o poder de Roma, era que com a morte de Jesus, dar-se-ia a revolução completa e sob seu signo se ergueria a sua igreja, o Cristianismo. (Roberto Camargo Amaral) |
|
 |
 |